Marjorie e Diamond

(Clica pra ver grande)

(Clica pra ver grande)

Então, galera, a Marjorie ia se mudar e me pediu pra fazer um desenho legal dela com a filhotinha (que já não é exatamente filhotinha, mas pra gente sempre é), pra ela poder levar de lembrança. Resolvi fazer um poster e esse aí foi o resultado.

A faixa tem o título da música do Pink Floyd, “Shine On You Crazy Diamond“, que pra mim fala tanto da personalidade da Marjorie como do próprio nome da cachorrinha, a Diamond.

Feito todo no Photoshop usando minha Tablet Bamboo da Wacom.


Ghost Lady

Imagem


(Rio de Janeiro, 21 de Julho de 2012 3:15am) – Cartas pra Ninguém

Existe algo muito lindo, intrigante até, na saudade. Ela se manifesta de tantas formas. Ultimamente, as minhas saudades não vem com suas usuais companheiras, as lágrimas. Mas também não trazem sorrisos, ou boas sensações de calor no peito.

Não sinto saudade boa, nem saudade ruim. Sinto só saudade. Nula. Neutra, como a Suíça.

Parece loucura pensar em saudade como algo em escala de cinza, e não preto no branco. É o tipo de sentimento carente: sempre traz algo ou alguém junto, detesta ficar sozinho. (Talvez sinta saudade também?)

Pois é. As minhas saudades ultimamente andam chegando exatamente como eu; tranquilas, sem pressa e desacompanhadas.


(Rio de Janeiro, 22 de Julho de 2012 5:03am) – Cartas pra Ninguém

Parei pra pensar no taxi hoje, voltando pra casa, que talvez você seja uma dessas pessoas que não sabem o que é amor de verdade. E aí qualquer paixonite vira amor.

Mas aí, se for verdade, isso implica que eu também não fui amor de verdade. Então não sei se gosto muito dessa teoria.


(Rio de Janeiro, 24 de Julho de 2012 5:56am) – Cartas pra Ninguém

Eu amo essa hora da madrugada, quando o dia ameaça começar, cheio de novas promessas e redenções. Essa hora quando tem luz, mas só o suficiente para que sejam distinguíveis as coisas e pessoas, mas não suas cores. Nem suas incertezas, imperfeições. Como contornos vazios que se sobrepõem, alheios ao que ocorre à sua volta.

A única cor nessa hora é o leve tom de azul melancólico, meio acizentado -mal classificado como “cor”-, que coincidentemente, ou não, também colore os meus olhos.


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Protegido: De porquê as mulheres me fascinam

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