Curtinhas
Publicado; 25/09/2011 Filed under: Sobre a Vida, Sobre Relacionamentos, Texto 3 Comments »Não seria nem um pouco absurdo dizer que os últimos 2 anos em que a gente ficou amigo parece exatamente isso. Curtinho, curtinho. Passou rápido. Rápido demais. É o que dizem sobre quando a gente se diverte, né?
Amigo, você SEMPRE esteve aqui pra mim. Me aguentou, me abraçou, me fez sorrir de novo quando eu achava que isso já não era possível. Ainda bem que essas andorinhas respiram debaixo d’água. Do contrário, seriam afogadas de tantas lágrimas que já chorei nelas.
Aquela toca que você chama de quarto sempre serviu de abrigo pras minhas caminhadas desamparadas. E até antes de conhecer minha garota eu fui à você. Tirar o nervoso, conversar… Tomar uma cerveja, que sempre tava lá no frigobar esperando o próximo amigo. Um dos MUITOS amigos. Afinal, quem não ia querer ser seu amigo? Andar com você na rua é o mesmo que dar 5 passos e parar pra cumprimentar alguém. “Todo mundo te conhece”. E todo mundo te ama.
Agora é minha vez de retribuir tudo isso, Thainan. E eu não poderia estar mais disposta a servir esse propósito. Tenho toda certeza de que se depender do bem que querem pra você, vai ficar tudo na mais santa paz. E vai ficar, amigo. Com você, sempre fica. A gente ainda vai fazer muita besteira.
(PS: Você sempre teve meu selo “Qui-qui” de aprovação. Te amo <3)
Dia do Amigo
Publicado; 20/07/2011 Filed under: Aleatório, Sobre Relacionamentos, Texto 1 Comment »Hoje é um daqueles dias que não precisava existir. Dia do amigo é a coisa mais besta do mundo. Que dia não é dia do amigo? Não conheço ninguém que não entre em contato com os amigos (pelo menos um deles) todos os dias. Se não entra, não é amigo de verdade.
Mas enfim, visto que já existe esse dia, queria agradecer aqui a todos os meus amigos. Não os conhecidos, os amigos MESMO. Que sempre estiveram comigo, entre tapas e beijos, e abraços, e carinhos, e piadas, e bebedeiras, e PTs, tudo. Amigo de verdade, que sabe aquela sua história mais vergonhosa, e te zoa ATÉ A MORTE por isso, mas que jamais contaria pra outra pessoa. Aquele que sabe dizer que você tá triste, mesmo quando você tá rindo e contando piada pra disfarçar.
É isso… Obrigada, pros meus amigos de verdade. Os que nunca me deixaram sozinha, mesmo quando eu empurrei todo mundo pra longe, na crise de tristeza. Os que jamais sairiam do meu lado, mesmo magoados comigo.
Eu posso ser distraída, displicente, meio avoada… Mas eu amo vocês :D
Protegido: Cotidiano
Publicado; 06/06/2011 Filed under: Sobre Relacionamentos, Texto Digite sua senha para ver os comentários.Romance versus Cinismo
Publicado; 20/05/2011 Filed under: Sobre Relacionamentos, Texto 10 Comments »São coisas que definitivamente não combinam. Uma pessoa pode nascer romântica, ou nascer cínica, e mudar de idéia ao longo da vida. Ou não. Você pode oscilar inúmeras vezes entre os dois, ou até achar que oscilou, mas no fundo saber que sempre foi um ou outro.
Pessoas cínicas nunca dão certo com pessoas românticas. Simplesmente porque os cínicos não conseguem acreditar que o romance, a paixão, e tudo aquilo que é demonstrado pelo romântico, possa ser algo além de teatrinho e enganação. Então estes geralmente não confiam, não compartilham, não se deixam entregar, jamais.
Dito e feito, pessoas românticas serão sempre desiludidas por indivíduos cínicos. Porque enquanto o romântico vai estar frequentemente declarando seu amor, planejando mil demonstrações, ouvindo mil músicas que o lembrem daquela pessoa; no momento em que o cínico for de encontro a ele (e o romântico com certeza vai estar esperando algo como “Como eu senti sua falta, como pensei em você o dia todo”), o máximo que vai acontecer é uma enorme desilusão de descobrir que não, o cínico não passou o dia todo pensando nele.
Por isso, relacionamentos são muito complicados. Uma pessoa pode passar a vida sendo um cínico, e um dia, de fato, sentir algo forte por alguém, e a necessidade de demonstrar amor e vivenciar demonstrações por parte do outro. Ou, passar a vida sendo um romântico, e um dia ter seu coração partido tão toscamente, que simplesmente passa a acreditar de coração (ironicamente) que isso de “amor” e “romance” é mesmo um teatro.
Digo isso, porque eu recentemente passei de romântica a cínica (caso você ainda não tenha lido o Amor ou Não é prova viva de que eu realmente achei amor uma coisa idiótica durante algum tempo), a romântica de novo. Então acho que seja o caso de realmente isso variar de acordo com o tipo de relacionamento em que você está.
E olha, de tudo isso, eu só tirei o seguinte: Embora o romântico possa sofrer muitíssimo mais, e se expor, e ter seu coração arrancado… Nenhuma felicidade que o cínico possa vivenciar se compara à felicidade de um romântico que acha outro romântico pra si.
Talvez isso tudo não faça sentido nenhum. Ou talvez faça, se hoje você é um romântico, como eu. Mas quem vai saber. Todo apaixonado é um bobo, no fim das contas.

